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Garanta seu consumo de vegetais verdes escuros para proteger seu cérebro

A saúde cerebral é dependente do bom aporte de nutrientes e fitoquímicos, que auxiliam na manutenção e condução de diversas vias metabólicas associadas a parâmetros cognitivos. Neste contexto, os carotenoides luteína e zeaxantina – especialmente encontrados em vegetais verdes escuros – ganham muita evidência na literatura científica, pois exercem importante efeito antioxidante, reduzindo espécies reativas de oxigênio que podem interferir, negativamente, em reações neurológicas1-3.

Recentemente, um estudo realizado com 44 participantes idosos mostrou que a suplementação de luteína e zeaxantina, por um ano, promoveu melhora da performance cognitiva, avaliada por teste de aprendizagem e exames de imagem do córtex pré-frontal4.

Outro estudo, conduzido com 60 participantes, apresentou positiva correlação entre a densidade óptica do pigmento macular – sugerido como um parâmetro para determinar as concentrações de carotenoides em nível óptico e no tecido cerebral – e funções cognitivas. Desta forma, sugere-se que quanto maior for a concentração de carotenoides em tecido cerebral, melhor será a condução das atividades cerebrais5.

Este benefício também pode ser justificado atuação destes carotenoides na inibição da aderência de macrófagos em componentes do sistema nervoso central, protegendo as funções cognitivas dos fatores inflamatórios envolvidos neste processo6. Esta atividade foi avaliada em cultura celular, a qual apresentou inibição da neuroinflamação induzida, após administração de luteína7.

Com base nestes resultados promissores, a inclusão de alimentos ricos em carotenoides na rotina alimentar saudável pode ser uma interessante estratégia para reduzir o risco de problemas cognitivos, que atingem a população em todas as faixas etárias.

Fonte: Portal VP Online

Referências Bibliográficas:

1-HAMMOND, B.R. Lutein and cognition in children. J Nutr Sci; 3:e53,2014.2-2-HAMMOND, B.R.; RENZI-HAMMOND, L.M. Perspective: a critical look at the ancillary age-related eye disease study 2: nutrition and cognitive function results in older individuals with age-related macular degeneration. Adv Nutr; 7(3):433-7,2016.

3-JOHNSON, E.J. A possible role for lutein and zeaxanthin in cognitive function in the elderly. Am J Clin Nutr;96(5):1161S-5S,2012.

4-LINDBERGH, C.A.; RENZI-HAMMOND, L.M.; HAMMOND, B.R. et al. Lutein and zeaxanthin influence brain function in older adults: a randomized controlled trial. J Int Neuropsychol Soc; 11:1-14,2017.

5-WALK, A.M.; EDWARDS, C.G.; BAUMGARTNER, N.W. et al. The role of retinal carotenoids and age on neuroelectric indices of attentional control among early to middle-aged adults. Front Aging Neurosci;9:183,2017.

6-HADAD, N.; LEVY, R. Combination of EPA with carotenoids and polyphenol synergistically attenuated the transformation of microglia to M1 phenotype via inhibition of NF-kB. Neuromolecular Med; 2017. doi: 10.1007/s12017-017-8459-5.

7-WU, W.; LI, Y.; WU, Y. et al. Lutein suppresses inflammatory responses through Nrf2 activation and NF-kB inactivation in lipopolysaccharide-stimulated BV-2 microglia. Mol Nutr Food Res; 59(9):1663-73,2015.

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