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Qual o melhor exercício para o cérebro?

Algumas formas de exercício podem ser muito mais eficazes do que outras para o fortalecimento do cérebro, de acordo com um notável estudo em ratos. Pela primeira vez, os cientistas compararam cabeça à cabeça os impactos neurológicos de diferentes tipos de exercício: corrida, musculação e treinamento intervalado de alta intensidade. Os resultados surpreendentes sugerem que exercícios muito difíceis podem não ser a melhor opção para a saúde cerebral a longo prazo. Como tenho escrito muitas vezes, o exercício muda a estrutura e a função do cérebro. Estudos em animais e pessoas mostraram que a atividade física geralmente aumenta o volume cerebral e pode reduzir o número e o tamanho dos buracos na matéria branca e cinzenta do cérebro relacionados com a idade. O exercício também, e talvez...

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Oleaginosas para a longevidade

Sim, sim, sim, sabemos que as oleaginosas são saudáveis e que podem nos ajudar a viver por mais tempo. Um estudo de 2013 descobriu que as pessoas que comiam um punhado diário delas tiveram 20 por cento menos probabilidade de morrer ao longo de um período de 30 anos. Mas agora, uma nova pesquisa não só confirma isto como também adiciona outras doenças à lista de danos corporais que as oleaginosas combatem. Uma grande análise da pesquisa atual, publicada na revista BMC Medicine, sugere que as pessoas que comem pelo menos 20 gramas de oleaginosas (noz, amêndoa, avelã, caju, pistacho, noz-pecã, amendoim, castanha-do-pará) por dia têm um menor risco de doença cardíaca, câncer e outras doenças. Pesquisadores da Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres...

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Qual a dieta saudável? Isso depende dos seus genes!

Um estudo recentemente publicado da Universidade de Cornell descreve como as mudanças nas dietas dos europeus após a introdução da agricultura há 10 000 anos levaram a adaptações genéticas que favoreceram as tendências alimentares da época. Antes da revolução neolítica que começou há cerca de 10 mil anos atrás, as populações européias eram caçadoras-coletoras que comiam dietas de origem animal e alguns frutos do mar. Mas após o advento da agricultura no sul da Europa há cerca de 8 mil anos, os agricultores europeus mudaram para as dietas primordialmente pesadas. O estudo - o primeiro a separar e comparar as adaptações que ocorreram antes e depois da Revolução Neolítica - revela que essas práticas alimentares se refletem nos genes dos europeus. "O estudo mostra o papel de uma...

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Comer peixe pode reduzir os sintomas de artrite

Em um estudo recente, indivíduos com artrite reumatóide que consumiram peixe? 2 vezes por semana tiveram menor atividade da doença (contagem de inflamação / contagem tátil, juntamente com outras avaliações) do que aqueles que comeram peixe nunca para <1 / mês. Havia também uma associação graduada, de modo que as porções crescentes de peixes estavam ligadas a níveis de atividade de doença gradualmente menores. No estudo de 176 pacientes, a freqüência de consumo de peixe foi avaliada por um questionário de freqüência alimentar avaliando a dieta habitual no ano passado. "Se o nosso achado se sustenta em outros estudos, sugere que o consumo de peixe pode diminuir a inflamação relacionada à atividade da doença da artrite reumatóide", disse a Dra. Sara Tedeschi, autora principal do estudo Arthritis...

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Melatonina: conheça mitos e verdades sobre o hormônio do sono

Fonte: Estadão Conhecida como hormônio do sono, a substância é responsável por regular o relógio biológico e influencia no bom funcionamento de funções metabólicas A melatonina é um hormônio produzido de forma natural pelo corpo e que influencia de forma fundamental o funcionamento do nosso metabolismo. Por isso, acredita-se que o seu consumo na forma sintética pode funcionar como tratamento a problemas de saúde das mais variadas origens. Contudo, especialista ouvida pelo E+ afirma que é preciso ter cautela quanto à euforia em relação ao seu consumo. Esse hormônio ganhou a fama de "curinga", isto é, de solução para muitas disfunções do corpo, porque está muito relacionado aos ritmos circadianos, que são o nosso relógio biológico. Esses ciclos de aproximadamente 24 horas regulam nossas atividades metabólicas: sono, fome, humor, produção...

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Passou dos 60? Ótimo momento para começar a se exercitar!

Por Mariza Tavares para G1 Em setembro, Marcio Atalla embarca para visitar seis países, a fim de ver de perto como cada um deles está tratando a questão do sedentarismo. O resultado desse roteiro por Holanda, Dinamarca, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e China vai ser um documentário que será exibido nos cinemas e transformado numa série de quatro capítulos para o “Fantástico”. Especialista em saúde e bem-estar, Atalla se formou em educação física na USP, onde também fez pós-graduação em nutrição aplicada ao exercício físico e doenças crônicas. Diz que a viagem é um desdobramento do projeto “Vida de saúde”, realizado em Jaguariúna, ao qual se dedicou de abril a dezembro de 2016 e que levou 40% dos moradores da cidade no interior de São Paulo...

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Pesquisa diz que exercício intenso e constante desacelera o envelhecimento

Por Lia Kubelka Back, O Globo Quanto mais exercício se pratica, menos as células envelhecem. Isso já é mais que sabido, mas foi comprovado e quantificado outra vez pela ciência. Em um novo estudo publicado essa semana na revista Preventive Medicine, foi detectado que pessoas que se exercitam mais, possuem marcadores biológicos de idade que sinalizam até nove anos a menos do que os indivíduos sedentários. Os pesquisadores avaliaram o comprimento dos telômeros (sequências de DNA localizadas nas extremidades dos cromossomos, conhecidas como marcadores da idade biológica. Quanto mais curtas são essas sequências, mais avançado é o processo de envelhecimento) de seis mil pessoas. As pessoas foram questionadas sobre qual atividade física praticaram nos últimos meses e qual a intensidade dessa atividade. Após eliminar variáveis como tabagismo, obesidade,...

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Valorizar nossas riquezas naturais faz bem à saúde

POR JULIANA CARREIRO - Estadão 22 de maio foi instituído pela Organização das Nações Unidas, como o Dia Internacional da Biodiversidade. A data criada pela ONU em 1992 tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a necessidade de se conservar e proteger a diversidade de vida no nosso planeta. Além de homenagearmos a nossa fauna e a nossa flora, também podemos aproveitar para lembrar da incrível diversidade de alimentos que temos por aqui. São milhares de tipos diferentes de frutas, verduras, legumes, tubérculos, ervas, cereais, leguminosas, cogumelos, sementes. Boa parte deles originários daqui mesmo e outros tantos que vieram de fora, mas que foram replantados e hoje já fazem parte da nossa biodiversidade. Assim como os imigrantes que vieram pra cá e hoje se sentem...

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O leite materno muda com as estações do ano, influenciando o bem-estar do bebê

As mudanças de influência sazonal no ambiente e na dieta de uma mãe podem ter um impacto profundo nos níveis de açúcares benéficos no leite materno, alterando a composição bacteriana do intestino do bebê e moldando sua saúde e crescimento. Essa é a conclusão de um estudo de primeiro tipo desenhado e co-autoria de Robin Bernstein, professor associado de antropologia da CU Boulder. "Este estudo nos ajuda a entender melhor como o ambiente de uma mulher pode influenciar a composição de seu leite e como a composição de seu leite pode ter consequências da vida real para o bebê", disse Bernstein, que viajou para a Gâmbia na África Ocidental por seis anos Para organizar a coleta de milhares de amostras de leite materno e material fecal infantil...

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Prebióticos melhoram o sono e o estresse

Nos últimos anos, muitas pesquisas têm lançado luz sobre os benefícios dos probióticos para a saúde, as "boas bactérias" encontradas em alimentos fermentados e suplementos dietéticos. Agora, um estudo pioneiro de sua espécie, realizado por cientistas da Universidade de Colorado Boulder, sugere que os menos conhecidos promotores de saúde intestinal conhecidos como prebióticos – os quais servem como alimento para as boas bactérias dentro do intestino – também podem ter um impacto, melhorando o sono e reduzindo os impactos fisiológicos do estresse. "Descobrimos que os prebióticos podem melhorar o sono não-REM, assim como o sono REM após um evento estressante", relatou Robert Thompson, pesquisador pós-doutorado do Departamento de Fisiologia Integrativa e primeiro autor do novo estudo, publicado em Frontiers in Behavioral Neuroscience. Os prebióticos são fibras dietéticas encontradas...

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