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Arritmia cardíaca na pandemia de coronavírus: entenda por que acontece

Na Live de ontem a Dra. Priscila Machado bateu um papo com o renomado cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb (@nabilghorayeb). Um dos tópicos abordados foi o retorno a atividade física e necessidade de consultar um cardiologista antes do retorno. Vamos entender por quê?
“Na prática esportiva, sabe-se que os excessos de intensidade e de volume do atleta, sem avaliação e controle de um profissional de educação física e um cardiologista, levam ao surgimento de arritmias de toda ordem. Entre as causas, está ter sido acometido por uma virose e pela queda da imunidade pelos excessos físicos, podendo produzir desde alterações no sistema elétrico do coração até lesões cicatriciais no miocárdio.
As arritmias do tipo bloqueios elétricos no coração provocam bradicardias importantes até o surgimento de focos inflamatórios milimétricos no miocárdio, que funcionam como verdadeiros gatilhos das falhas sentidas na pulsação, chamadas de extrassístoles; ou então disparos dos batimentos conhecidos como taquicardias, que atingem mais de 100 a 120 batimentos por minuto, percebidas como aceleração da pulsação cardíaca. A tudo isso chamamos de arritmia cardíaca causada por uma complicação de uma virose, que pode ser miocardite e pericardite (inflamação no miocárdio ou no pericárdio).
Essas arritmias podem surgir no início da inflamação viral, como também semanas depois de curada. Por isso, tanto o doente agudo como aquele já curado de uma virose deve ficar sob observação cardiológica por 60 a 90 dias em média, procurando possíveis sequelas.
Os tratamentos são bem estabelecidos e começam com afastamento das atividades físicas e esportivas por 180 dias em média, uso de medicações antiarrítmicas e, se for necessário, implante de marcapasso cardíaco e desfibrilador cardíaco interno.”
Obrigada pelo papo Dr. Nabil

🙂

Fonte: Eu Atleta, portal G1

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