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O que é a nutrição ortomolecular?

A terapia ortomolecular também é designada por medicina ortomolecular ou nutrição ortomolecular. Constitui uma ferramenta importante em nutrição funcional e no complemento do trabalho médico.

Origem do termo “ortomolecular”

O termo “ortomolecular” foi usado pela primeira vez por Linus Pauling num artigo publicado na revista Orthomolecular Psychiatry em 1968. Ele escreveu, por exemplo, sobre o facto de o nível de determinadas moléculas no cérebro não ser o ideal, mesmo quando o nível no sangue está normal.

Ortomolecular significa “as moléculas exactas na quantidade certa”. Para corrigir as moléculas do corpo será necessário oferecer-lhe as peças de que ele próprio é feito, nas quantidades certas para atingir níveis óptimos. Medicina/nutrição/terapia ortomolecular consiste por isso na preservação da saúde e tratamento da doença através da alteração da concentração de substâncias normalmente presentes no corpo humano e que são indispensáveis à saúde: vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais, enzimas, pré e probióticos – o que for adequado a cada caso.

Razões para o uso da terapêutica ortomolecular:

1 – Alimentação muito deficiente em alguns nutrientes, o que pode originar quadros clínicos graves relacionados com o elemento em falta.

2 – Alimentação com uma deficiência marginal ou mínima em múltiplos nutrientes. Neste caso, existe uma sinergia de efeitos negativos que pode criar quadros clínicos crónicos, mal definidos, com disfunções ou menor rentabilidade de vários órgãos ou sistemas. Estas alterações podem ser dificilmente relacionáveis com deficiências nutricionais, se for feita uma abordagem menos cuidada.

3 – Características genéticas de uma pessoa podem implicar a necessidade da ingestão de quantidades muito elevadas de determinado nutriente ou grupo de nutrientes para evitar ou delimitar a expressão genética de uma tendência patológica.

As recomendações de ingestão de vitaminas e minerais são definidas para grupos de pessoas saudáveis. Estes são valores médios  suficientes para cobri as necessidades de 97-98% das pessoas de um grupo saudável.

E os outros 2-3%? E se o individuo não for saudável? E se eu não quero só ter o nível mínimo de nutrientes mas sim o nível óptimo? E se existe um polimorfismo que condiciona uma necessidade maior? E se o meu estilo de vida condiciona necessidades maiores ou menores?

Por causa destas razões e muitas mais, a nutrição funcional, a Nutrigenética e a nutrição ortomolecular constituem a melhor abordagem preventiva, de tratamento e de manutenção de uma saúde óptima.

Exemplos:

Suplementação com altas doses de vitamina D, depois de verificada deficiência da vitamina. 

Suplementação com antioxidantes depois de avaliado o potencial antioxidante e a produção de radicais livres. 

Suplementação com ómega 3 em casos de inflamação crónica e silenciosa, depois de verificados os ácidos gordos na membrana do eritrócito.

Exames de diagnóstico são necessários para definir qual a estratégia a adoptar: exame físico e de rastreio de sintomas de deficiências nutricionais, testes de genética, quantificação de metais, quantificação de ácidos gordos, avaliação de stress oxidativo, estudo da flora intestinal, intolerância alimentar, análises sanguíneas aos nutrientes e a outros parâmetros de interesse, …

Se somos todos diferentes, a alimentação que outra pessoa faz pode ser completamente desaconselhada para si, assim como os suplementos que usa.

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