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Exercício de Endurance e Suplementação Antioxidante: Faz sentido, ou não?

  • Exercício prolongado em 65-80% VO2max aumenta a produção de radicais nos músculos esqueléticos adjudicantes. Esta produção de radicais induzida por exercício muitas vezes resulta em danos oxidativos às fibras do músculo esquelético e contribuem para a fadiga muscular.
  • Os suplementos antioxidantes são amplamente disponíveis e são comumente consumidos por atletas de resistência. Existem argumentos a favor e contra o uso de suplementação com antioxidantes.
  • O argumento mais forte de apoio a suplementação com antioxidantes existe em atletas de resistência que não consomem uma dieta bem equilibrada. Especificamente, se uma avaliação nutricional revela que o atleta é deficiente em ingestão de antioxidantes (por exemplo, o consumo abaixo da dose diária recomendada [RDA] para vitaminas antioxidantes), neste caso a suplementação dietética desenhada para alcançar o padrão RDA para vitaminas antioxidantes parece justificado.
  • O principal argumento contra a suplementação com antioxidantes é a possibilidade de que megadoses de antioxidantes (por exemplo, vitamina E e C) pode diminuir a resposta ao treinamento de exercício de resistência.
  • Embora a produção de radicais induzida pelo exercício pode contribuir para a fadiga muscular durante o exercício de endurance, os estudos demonstram que a suplementação com antioxidantes comuns (por exemplo, vitamina E e C) não melhoram o desempenho do exercício. No entanto, existem algumas sugestões que o tratamento com N-acetilcisteína pode retardar a fadiga em taxas de trabalho entre 65-80% do VO2 máx.

Para saber mais…

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