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Você sabe como é e como funciona a nutrigenética?

Depois de um breve intervalo sem escrever para vocês, trouxe uma novidade. Atualmente fala-se muito de genética, mas o que seria isso? E ainda, quais as aplicações práticas da análise genética e nutrição no mundo esportivo? Vamos falar um pouco de nutrigenômica.

Atualmente, já conseguimos fazer análises detalhadas do nosso DNA e determinar quais os possíveis problemas ou tendências de funcionamento. Recebemos de nossos ancestrais, pedacinhos (genes) e não necessariamente porque os herdamos, teremos problemas. Não mesmo! Hoje, conseguimos identificar grandes probabilidades, mas também já sabemos muito sobre os mecanismos de ação de vários nutrientes sobre a expressão destes genes. Hoje, sabemos que uma alimentação correta é imperativa para a longevidade esportiva.

Mas o que é correto para um, pode não ser correto para outro. Aliás, estratégias de um para uma prova, furam completamente para o outro . Por que isso acontece? Vou exemplificar para ficar mais fácil: Deparo-me com muitos atletas que começaram o esporte porque tinham desejo de perder peso e já haviam tentado de tudo, ou ainda, por que como já se sabe do efeito hipotensor dos exercícios, não queriam adoecer de pressão alta como resto da família. E tem o grupo, que come, come, come e não engorda. E ainda, tem o grupo que tem colesterol alto e não abaixa por nada, nem com dieta. Todas estas respostas estão nos nossos genes. E podemos trabalhar a favor disso (modulá-los).

O alimento é o mais poderoso mecanismo para a reversão de diversas probabilidades problemas, melhor que muito remédio ou suplemento por aí. Mas, as estratégias precisam de disciplina e de alimentos bacanas. Com bom senso sempre! Hoje é simples e fácil fazermos estes testes, mesmo no Brasil, com simples exame laboratorial. E após isso, conseguimos repor corretamente as vitaminas do complexo B, colina, Vitamina D, antioxidantes, tudo de forma personalizada! E no esporte, conseguimos fazer análise da predisposição para o tipo de esforço, capacidade antioxidante, se o atleta usa mais ou menos gordura durante o esforço e sua resposta inflamatória, que determina muitas vezes a necessidade de descanso e redução das cargas planejadas.

As análises genéticas, portanto, evidenciam possíveis alterações, que herdamos de nossos antepassados ou a habilidade para uma modalidade mais que outra. Para não expressarmos problemas ou não lesionarmos com facilidade, devemos trabalhar a favor da genética baseado em todo o conhecimento que temos sobre os mecanismos de ação dos nutrientes sobre eles. Devemos pensar em qualidade e melhoria contínua e não no medo ou angustia em saber de determinadas tendências. Genética não é diagnostico e sim, um conjunto de probabilidades. Identifica e confere possibilidade de tratamento e melhora do seu desempenho. Vamos usar a tecnologia a nosso favor!

Ser é para ter uma vida esportiva, que ela seja longa, prazerosa e saudável.  

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