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Proteínas – Recomendações para a Prática Esportiva

Fonte: Portal Nutri Nestlé Saúde

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A alimentação de um atleta se diferencia da alimentação dos demais indivíduos em função do gasto energético relevantemente elevado e da necessidade de nutrientes, que variam de acordo com o tipo de atividade, fase de treinamento e momento de ingestão.

As recomendações de ingestão energética para pessoas sedentárias ou que praticam uma atividade física de forma moderada são insuficientes para atletas. Estes fazem do esporte sua profissão e, por isso, sua necessidade energética é elevada. Partindo deste princípio, seu gasto energético pode ser até quatro vezes maior que o de um indivíduo sedentário ou moderadamente ativo.

Contudo, não basta oferecer mais energia, é preciso oferecer energia com qualidade, ou seja, através de alimentos variados e em quantidades adequadas para se obter todos os nutrientes necessários, não só para a geração de energia como para o melhor aproveitamento dessa energia.

Com relação a proteínas, ainda é bastante discutida a recomendação proteica para os atletas, mas já é estabelecida recomendação de quantidades maiores que as recomendadas para indivíduos sedentários, ou seja, 0,8 g/kg. Dependendo do tipo de atividade e da fase de treinamento, tal recomendação pode variar – porém, dentro de uma faixa que vai de 1,0 g/kg a 2,4 g/kg. O teto máximo de 2,4 g/kg foi observado em um estudo como sendo o máximo que o organismo conseguiria absorver para síntese proteica. Acima disso, a proteína poderia estar sendo desviada para produção de energia (síntese de compostos intermediários do ciclo de Krebs), gliconeogênese ou excretada, já que não temos tecidos de reserva proteica.

Para atividades de resistência, preconiza-se uma recomendação de cerca de 1 g/kg para intensidade moderada; 1,1 a 1,7 g/kg para intensidade pesada; e 1,8 g/kg para extremamente pesada. Já nos exercícios de força, um indivíduo treinado deve consumir de 1,0 a 1,5 g/kg, enquanto um iniciante deve consumir até 1,8 g/kg.

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