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O impacto da alimentação na osteoporose

Fonte: Portal Nestlé Nutri Saúde

Imagem Ilustrativa

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A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica, caracterizada por massa óssea baixa e deterioração microarquitetural do tecido ósseo, conduzindo à fragilidade do osso e suscetibilidade à fratura. Sua prevalência da osteoporose tem aumentado em todo o mundo, acometendo principalmente mulheres com deficiência estrogênica e indivíduos idosos. Por outro lado, o impacto da doença repercute de forma importante na sociedade, tendo em vista as graves consequências físicas, financeiras e psicossociais.

Evidências científicas recentes têm direcionado as medidas de prevenção do problema para a modificação dos hábitos de vida, especialmente no que diz respeito à prática regular de atividades físicas e uma dieta adequada. Neste âmbito, devem ser trabalhadas as estratégias nutricionais que garantam uma boa formação óssea ao longo de toda a vida, com enfoque especial ao atendimento das recomendações de cálcio e vitamina D. A adequação dietética de proteínas, lipídeos, de alguns micronutrientes e o controle do álcool também são vistos como importantes pontos de prevenção.

É importante enfatizar que a diminuição da densidade mineral óssea com a idade é considerada um fenômeno fisiológico, mas que se constitui no substrato para o desenvolvimento da osteoporose e, como consequência, um maior risco de fraturas. Por isso, o suprimento nutricional adequado pode auxiliar no desenvolvimento da maior e melhor massa óssea, e constitui medida-chave para a prevenção da osteoporose.

Por isso, os agentes nutricionais capazes de exercer influência positiva (fósforo, potássio, vitaminas A e K e alguns ácidos graxos) e negativa (álcool, proteínas e ácidos graxos saturados) na formação de massa óssea devem ser considerados no manejo nutricional de pacientes em geral.

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