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Vegetais Crucíferos e Cancêr

Fonte: Portal Nestlé Nutri Saúde

Imagem Ilustrativa

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Compostos bioativos presentes nos vegetais crucíferos como brócolis, repolho e couve-flor são capazes de diminuir o risco de desenvolvimento de diferentes tipos câncer.

O câncer é um conjunto de doenças caracterizado pelo progressivo acúmulo de mutações no genoma da célula. Estas mutações levam a alterações na expressão ou função de genes-chave da célula afetada. O desenvolvimento desta doença pode ser atribuído a causas geneticamente pré-determinadas ou ao estilo de vida, no qual o comportamento alimentar exerce um papel decisivo.

Existem fortes evidências de que dietas ricas em gordura podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer. Já a ingestão adequada de frutas e verduras possui ação protetora. Nesse âmbito, os vegetais crucíferos têm sido apontados como capazes de bloquear o processo de carcinogênese.

A família Brassicaceae (Cruciferae), a qual incluem alimentos como brócolis, couve-flor, couve-de-bruxelas, couve e repolho, possuem diferentes compostos bioativos, tais como ácido fólico, vitamina C, tocoferóis, carotenóides e polifenóis. No entanto, as ações anti-cancerígenas dos vegetais crucíferos são mais frequentemente atribuídas ao teor de glicosinolatos e seus produtos hidrolisados como os isoticianatos.

Os mecanismos através dos quais os glicosinolatos e seus produtos de degradação podem proteger contra câncer incluem: modulação da metabolização de enzimas xenobióticas, efeitos antioxidantes, indução de apoptose e retardo do ciclo de multiplicação de células alteradas4,9,10. Os isotiocianatos também atuam como indutores das enzimas do mecanismo de desintoxicação celular, acentuando o desempenho celular no processo de desintoxicação química.

Cabe ressaltar que os processos de lavagem, corte, branqueamento, congelamento e cozimento dos vegetais podem alterar a quantidade dos compostos bioativos. Assim, é importante que tais processos sejam evitados sempre que possível ou realizados de forma rápida, o que pode impedir a inativação das enzimas que catalizam a hidrólise dos glicosinolatos, preservando assim o efeito preventivo sobre o câncer.

 

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