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Série Açúcar – Açúcares Efeitos não Conhecidos – Parte VI

ALÉM DO AÇÚCAR, A INSULINA – INFLUÊNCIA NA HIPERTENSÃO ARTERIAL

Fonte e créditos: Revista Essentia

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A liberação de insulina e a inibição da secreção de glucagon são reguladas pela glicose. As células do pâncreas são os mais importantes sensores de glicose do organismo. A insulina e o glucagon se “revezam” com o intuito de manter o organismo em equilíbrio quanto à formação e degradação de glicose e sua utilização. Para que um hormônio não trabalhe mais ou esteja em maiores níveis que o outro na circulação, o consumo adequado de glicose é importante.

As nossas artérias são revestidas por um tecido chamado “endotélio”. Nele são produzidas subs- tâncias denominadas mediadores que regulam o tônus vascular, ou seja, mantém a integridade do endotélio. Alterações na produção desses media- dores são muito comuns em doenças metabólicas como obesidade, intolerância à glicose, hiperglice- mia (diabetes mellitus), pressão arterial elevada e dislipidemia. Em todas essas condições ocorre resistência insulínica, ou seja, quando os tecidos reduzem a capacidade ou não conseguem utilizar a glicose que está no sangue.

Sabe-se que a resistência à insulina pode estar presente no organismo por vários anos antes de surgir alterações dos níveis plasmáticos de gli- cose. Dessa forma, as pessoas com resistência à insulina geralmente progridem de “normoglicê- micas” (níveis normais de glicose) a intolerantes à glicose e finalmente tornam-se diabéticos.

Uma possibilidade para que ocorra a resistência à insulina é que, na tentativa de se sobrepor à re- sistência à insulina, o corpo continua dando sinais para que a insulina seja liberada, o que causa ex- cesso de insulina no sangue e, consequentemente, seus efeitos indesejados.

A insulina, cuja concentração está aumentada na obesidade, junto com outros compostos atua sinergicamente e estimula também a vaso constrição, ou seja, a redução do tamanho dos vasos. A insulina pode influenciar também na retenção de sódio no corpo, estimulando o desenvolvimento da hipertensão arterial.

A insulina pode influenciar sódio no corpo, estimulando o desenvolvimento da hipertensão arterial.

A hiperinsulinemia pode ocasionar resistência insulínica, hipertensão arterial ou diabetes. Os ca- minhos pelos quais essas condições podem ocor- rer são diversos e depende do tipo de tecido que a insulina vai atuar. Isso porque a insulina atua em muitos locais do corpo, daí a importância de que seus níveis na circulação estejam adequados, pois, uma vez descompensados tais tecidos reagem de diferentes formas, sendo um mais resistente que o outro ou vice-versa. Por isso tornou-se importante dosar a insulina em jejum como um marcador do excesso de insulina no corpo, e assim prevenir a diabetes e suas complicações.

O GH (hormônio do crescimento) é um importante hormônio que estimula o disco epifisário e o peri- ósteo durante a fase de crescimento. É produzido até os vinte e um anos de idade. Após, sua produ- ção cai drasticamente. O GH é também anaboli- zante, estimula a lipólise (emagrecimento) e age de forma reparadora dentro de nosso organismo.

Quando o corpo produz insulina, ela estimula a lipogênese (formação de gordura). Quanto mais açúcar é ingerido, mais insulina é gerada, e, consequentemente, menos hormônio do cres- cimento é produzido.

Pelo fato de nosso corpo produzir o hormônio GH durante a noite, o consumo de carboidratos pou- cas horas antes de dormir não é adequado, pois este estimula a produção de insulina, e esta, por sua vez, inibe o processo de produção do GH. Es- ses fatores podem prejudicar tanto o processo de crescimento, quanto o emagrecimento, além dos outros fatores já relacionados.

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